quinta-feira, 7 de março de 2013

Aí vem nova história!

Eu sei que você conhece aquela garota de cabelos negros como carvão, lábios como a rosa e pele branca como a neve (Espelho Mágico)... O quê? Não lembra dela? Claro que lembra dessa garota aí...

Pois é. Existem inúmeras versões para a Branca de Neve. A que se revoltou e resolveu pegar na lâmina e dá um jeito ela própria na Rainha Má...



 Essa versão mais Kamai (Momento Ounti Que lindo!)


Pode até que você tenha conhecido essa versão...


Mas aposto que nunca conheceu a versão nordestina da história, na qual Branca é vermelha de tanto sol e ela não é "de neve", é "de fome". Os anões crescerão e aprenderam a atirar.  O príncipe é atrapalhado. A Rainha é a Rainha de uma fazendo e Branca tem mãe. 


Acompanhe a história de "BRANCA DE FOME" em suaves prestações de 5,99. Brincadeira! Em cinco capítulos que postarei ao longo do mês.

Branca de Fome - o conto nunca mais será o mesmo.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Se eu fosse me definir...

Se eu fosse me definir, palavras não haveriam...
Então eu uso imagens... Mas nas imagens, há palavras! Sim, é verdade, há palavras. As palavras da alma, aquelas palavras que são como sopros em nossas mentes, que surgem do nada num surto de inspiração e se perdem tão rápido quanto chegaram. É dessas que eu estou falando.
Desculpe, eu...

Não fique assim com tanta raiva!  Você não existe para nutrir a raiva! Não me olhe com repreensão. Sou desta maneira meio palhaça de viver. Ora essa...



As vezes eu me mascaro, para esconder minhas angústias, meus sofrimentos, aquilo que me martiriza e me transtorna. Sou diferente, mas quem não é? Uma rosa não se resume em suas pétalas...













Levo minha vida da maneira que melhor me convém, não me condeno por isso e tampouco me limito. Nasci livre e sem asas, mas não significa que nunca irei voar. Há outros meios de se voar nesta vida. Só procuro o melhor, o que nem sempre é o mais seguro. Mas vou assim...

Sempre que olhares para mim, verá nada mais que um sorriso aberto, dois olhos escancarados e uma mente insana pronta para lhe desafiar. Não te assustes, meu caro, de nada adiantará. Você não poderá escapar de mim se eu quiser. Sou contagiante. Sou poderosa. Sou incurável. Sou infinita. E sou.







Viva com isso ou se perderá para sempre!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Uma certeza... Com certeza!

Somos todos filhos de muitas coisas... É engraçado como nos julgamos superiores, se somos todos iguais de uma maneira diferente. Brasis: deveria ser esse o nome desse mundo continental de mestiços. Sim, somos todos mestiços e filhos dos mesmos pais: índios, negros, portugueses, espanhóis, latinos, orientais, alemães, holandeses... Filhos da mesma mãe-terra e do pai-mundo. Mas que diabos de preconceito é esse que carregamos? Se não nos reclamos pela cor, julgamos pelo RH!
Que importa se você não é do mesmo estado que o meu? Viva ao nosso país! Somos inigualáveis, incopiáveis, uma experiência única! Que se dane o documento de identidade! Somos todos brasileiros! Nem americanos, nem europeus, nem qualquer outra coisa! Somos irmãos. Nossa identidade é miscigenação. Nossa pureza é a mistura! Às favas quem disser o contrário.
Assim viveremos até aceitarmos a ideia que nunca poderão nos distinguir sem o RH.
Viva a mistura, pois assim somos iguais!